Dicas Para Lidar Com o Fim De Uma Relação

segunda-feira, novembro 14, 2016

Dicas Para Lidar Com o Fim De Uma Relação

Este vlog surgiu de uma conversa com um amigo que está neste momento a (ultra)passar pelo fim de um relacionamento que durou três anos.

Muitos de nós já passou por esta fase quer no lugar de quem decide terminar ou de quem recebe a notícia, mas raramente se conversa sobre o vulcão de emoções que entra em erupção dentro de nós... Por isso este vlog foca-se na maneira como lidamos com as nossas emoções após o fim de um relacionamento - o que a meu ver vai fazer toda a diferença na relação que temos connosco e com os outros daqui para a frente.


Dia 260: Ser Dura Comigo Mesma e Viver Sob o Estado de Zanga Iminente - Confissões

segunda-feira, março 28, 2016

Dia 260: Ser Dura Comigo Mesma e Viver Sob o Estado de Zanga Iminente - Confissões

Esta semana tenho estado ciente da tendência de me zangar comigo própria quando não faço as coisas na perfeição ou quando cometo erros. Curiosamente, o conceito de perfeição é determinado por mim o que significa que o feitiço virou-se contra o feiticeiro porque acabo por ficar zangada quando não ajo de acordo com uma ideia que eu criei e impus para mim própria!


Dia: 259: O Peso Dos Julgamentos e da Imagem: Ser Em Vez de Parecer

quinta-feira, janeiro 07, 2016

Dia: 259: O Peso Dos Julgamentos e da Imagem: Ser Em Vez de Parecer

Hoje depois do meu Periscope apercebi-me de uma limitação mental de julgamentos próprios com base na minha imagem: o aspeto do meu cabelo, a minha cara, os meus olhos, olheiras, os meus óculos e os meus dentes. Estes julgamentos-próprios aparentemente banais e comuns a muitas mulheres têm um impacto maior do que eu possa imaginar, porque ao prender-me a estas criticas que tenho de mim própria estou a petrificar a minha ação e a minha capacidade criativa. Se eu tivesse dado ouvidos à minha mente esta manhã eu não teria feito o Periscope e teria adiado uma vez mais a minha partilha incondicional com o Mundo.


DIA 258: A Nossa Gaiola Dourada... e a Culpa no Prazer

domingo, setembro 20, 2015

DIA 258: A Nossa Gaiola Dourada... e a Culpa no Prazer

Sempre que estou em Portugal ou com familiares apercebo-me de maneiras de pensar e de agir que eu julgo como sendo limitadoras, normalmente baseadas naquilo que os outros pensam, e nunca pondo o seu bem-estar em primeiro lugar (nem em segundo, nem em terceiro). Mesmo quando há oportunidade para se sair da toca, descontrair e usufruir de algo gratificante, há uma força invisível de medo que o momento acabe ou que não se repita, ou que não se mereça o melhor, ou sentir-se culpado porque outras pessoas não estão a experienciar o mesmo. Uma amiga minha chamou a este fenómeno a "culpa no prazer".  


DIA 257: Quem são os refugiados e porque é que a Europa é também responsável pelo que se está a passar?

sábado, setembro 05, 2015

DIA 257: Quem são os refugiados e porque é que a Europa é também responsável pelo que se está a passar?

Foto: Refugiados Sírios celebram com uma selfie a chegada à Grécia após uma viagem arriscada (Reuters/Yannis Behrakis)

"Parem a guerra. Nós também não queremos estar na Europa. Por isso parem a guerra."

A elevada chegada de migrantes e refugiados a Europa está a ser mediático e a gerar preocupação nos Portugueses: por um lado queremos ser solidários para com aqueles que precisam de encontrar um refúgio seguro, e por outro lado há quem pense que primeiro temos de cuidar dos Portugueses que também precisam de ajuda. A meu ver, uma não tem de invalidar a outra e é esta mentalidade de considerar ambos (os nacionais e os estrangeiros) que tem de ser promovida. Esta é, apesar de tudo, uma excelente oportunidade para nos questionarmos sobre aquilo que temos andado a fazer ao longo dos 60 anos de paz em que a União Europeia (UE) tem coexistido: não seria já altura de se garantir que todos os habitantes da UE tivessem uma vida de qualidade e se eliminásse de uma vez por toda a pobreza num continente tão rico de ideais e de pessoas? Não seriamos um ótimo exemplo para acolher aqueles que ainda não tiveram a liberdade de viver num pais livre de guerra, para que também eles aprendessem connosco o que é viver em estabilidade social? No entanto, aquilo que temos assistido (em segunda mão pelos ecrãs televisivos) tem sido o oposto de um acolhimento generoso e de uma aceitação de unidade na diversidade. O uso de polícias de choque em vez de psicólogos ou de assistentes sociais é prova de que ainda não evoluímos de uma mentalidade bélica que vê terrorismo a cada esquina. Este é um reflexo do potencial que a UE não está a desenvolver ao seu potencial máximo.


DIA 256: Como Parar de Estar Acelerada na Mente e no meu Dia-a-dia

sábado, agosto 30, 2014

DIA 256: Como Parar de Estar Acelerada na Mente e no meu Dia-a-dia

Esta noite sonhei que conduzia na estrada e, ao tentar virar uma curva, tinha saído do viaduto e voado às cambalhotas pelo campo ao lado da estrada, até o jipe parar. Nesse momento, com medo de ver as consequências dos ferimentos, desejei andar para trás no tempo e conduzir mais devagar e não fazer a curva daquela maneira para evitar o acidente.


DIA 255: Desconstruir a IDEIAlogia: a família não tem de ser o exemplo a seguir

quarta-feira, abril 30, 2014

DIA 255: Desconstruir a IDEIAlogia: a família não tem de ser o exemplo a seguir

Comecei a julgar-me pela minha apatia em relaçao às pessoas à minha volta, porque nāo intervi quando as vi reagir ou a serem desonestas com elas proprias. Vejo agora que pouco ou nada se pode fazer pelos outros para ajuda-los a nāo ser eu manter-me estável em mim e agir em mim, sem ser influenciada pelo que os outros dizem ou fazem. Até agora sempre houve uma tendência para me deixar afectar pelo que os outros dizem ou fazem e para querer "salva-los" das suas proprias mentes mas é impossivel salvar uma pessoa de si própria. Realmente, cada um de nós é o seu próprio inimigo.


DIA 254: Ficar na cama para evitar o frio lá fora

domingo, abril 20, 2014

DIA 254: Ficar na cama para evitar o frio lá fora

No artigo anterior apresentei a nova série "Desconstruir a minha IDEIAlogia" relacionada com as ideias que eu criei sobre mim própria e que constituem a minha ideologia de vida praticada até agora. Eu apercebo-me como uma ideia, quando justificada nas nossas próprias mentes com razões que nós próprios criámos, pode condicionar toda a ação ou qualquer tentativa de se mudar de atitude. O problema e a solução começa dentro de nós próprios. Por isso, eu apercebo-me que a desculpa de "estar frio" para não sair da cama é mais uma ideia que eu aceitei como válida na minha mente. Se para uns é o frio, para o outros é a desculpa da ressaca, outros é o conforto, ou ainda a resistência para se enfrentar o dia. Independentemente da justificação, estamos todos a condicionar o nosso dia a partir do momento em que acordamos e damos ouvidos à voz constante da mente, dos desejos, dos medos, das ideias e das emoções. Partilho agora o meu Perdão-Próprio específico para esta resistência para me levantar da cama quando está frio:


DIA 253: Desconstruir a minha ideologia - a guerra fria que criei em mim

sábado, março 22, 2014

DIA 253: Desconstruir a minha ideologia - a guerra fria que criei em mim

Todo o meu programa mental é baseado em ideias que eu criei sobre mim própria e esta é a ideologia que tem servido de guia na minha vida, manifestada nas minhas decisões e atitudes para com as coisas, quer sejam acontecimentos ou pessoas.

De acordo com o dicionário, uma ideologia é "um sistema de ideias, valores e princípios que definem uma determinada visão do mundo, fundamentando e orientando a forma de agir de uma pessoa ou de um grupo social (partido político, grupo religioso, etc.)"*.


DIA 252: Desejo de ajudar os outros e a resistência para me ajudar

quarta-feira, fevereiro 26, 2014

DIA 252: Desejo de ajudar os outros e a resistência para me ajudar

Tenho-me apercebido deste fenómeno mental que é o de tentar resolver os problemas dos outros, ajudar os outros e eventualmente salvar os outros de um mal qualquer. Não deixa de ser interessante todo o processo mental de acreditar que o problema do outro é mais simples de resolver, ou até mesmo conseguir ver claramente o que é que o outro deve fazer para resolver o problema. Talvez seja com base neste vírus mental que a sociedade actual apresenta casos em que se espera ser salvo por alguém, ao mesmo tempo que nos sentimentos extremamente orgulhosos quando ajudamos alguém e somos tomados como "anjos".


DIA 251: Problema-Solução: Não permitas que o medo se torne na tua profissão

sexta-feira, janeiro 03, 2014

DIA 251: Problema-Solução: Não permitas que o medo se torne na tua profissão

Há uma resistência em mim para estar estável e parar de criar problemas na minha mente. Escrevi o texto que se segue no avião quando voava para Portugal. Apercebi-me que, apesar das dezenas de viagens que eu já fiz, sempre que ando de avião tenho um backchat associado ao medo da morte.

Os pensamentos sobre a minha morte surgem automaticamente porque eu tenho permitido que o medo tome conta de mim, em vez de eu me dar direção e manter-me estável como Vida - o que prova que eu ainda não Sou Vida em cada momento, palavra, acção.


DIA 250: Recriar auto-estabilidade: nesta (mu)dança estou sozinha

quarta-feira, janeiro 01, 2014

DIA 250: Recriar auto-estabilidade: nesta (mu)dança estou sozinha

De regresso ao meu dia-a-dia citadino após um mês a viver na quinta Desteni na África do Sul, estou a aperceber-me das minhas reações mais rapidamente, ou seja, a instabilidade que os pensamentos causam em mim é reparada no momento e já não ignoro nem aceito a instabilidade como o meu estado "normal". A instabilidade em que eu me habituei a existir consiste num estado de ansiedade constante, de preocupação e de stress que já se acumula desde os tempos da escola e que tem de ser investigada. Aquilo que eu não me tinha apercebido é: a consequência que este estado de ansiedade tem no meu corpo, manifestado na alteração hormonal para corresponder ao estado de alerta associado aos elevados níveis de stress; segundo, que sou capaz de existir estável em mim; e, também, que eu sou responsável por criar a minha estabilidade.