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DIA 215: Se eu não Parar os PensaMentos, a Mente Pára-me a Mim


Este meu vlog conclui (ou melhor, inicia) uma nova fase do meu Processo, após o susto recente do quisto no peito. Recebi os resultados da biópsia e não é nada de grave para além de um quisto inflamado, ou seja, "Não se observam células ductais." :)))

Este foi um alerta do meu corpo e tenho estado a trabalhar em vários pontos que têm surgido que, apesar de não serem pontos novos em mim, simplesmente tenho participado tanto neles ao longo do tempo que a consequência física manifestou-se. Vejo/Sinto então que viver os pensamentos da mente é estar a abusar a minha própria vida/corpo. Apercebi-me do constante estado de ansiedade na minha relação com o emprego, NO ENTANTO, este padrão tem sido aceite/permitido por mim e tem sido projectado em tudo o que eu faço. Nos próximos dias vou então investigar todas as manifestações de ansiedade/preocupação na minha realidade.

Como é que eu posso parar/apagar os pensamentos?
"Ao permanecer aqui, na respiração e a perdoar-me a mim própria - por exemplo, fundindo-me com o pensamento, em pé de igualdade com o pensamento, como um ponto de responsabilidade para a compreensão da natureza absoluta do pensamento, como eu o criei, e, em seguida, numa respiração, perdoando o pensamento, e libertá-lo e comprometendo-me a não mais entreter o pensamento, que eu confio em mim mesma que realmente me perdoei de tal forma que a energia não vai voltar. A energia só vai voltar se eu não me perdoar a mim mesmo. Assim, se a energia voltar, posso ver claramente que não fui eficaz no meu perdão-próprio - não foi absoluto - e é um indicador que preciso de "voltar à tábua" e realmente ir fundo para puxar toda a energia para fora e realmente deixá-la ir com o perdão." Lindsay Craver

Quanto à localização do quisto, é fascinante ter surgido na mama. Deixo-vos com esta citação de Bernard Poolman:




DIA 206: Ser dura comigo própria


Hoje enfrentei a minha própria rigidez. Ou melhor, tenho enfrentado este programa da mente mas só hoje é que o vi - e ao ver o quão dura eu sou comigo própria, chorei. E comecei a perdoar-me em voz alta. Chorei ainda mais. Cada palavra que dizia era como se furasse este padrão composto pelos meus auto-julgamentos - havia uma resistência em continuar as frases do meu perdão próprio porque nunca o tinha feito sobre este ponto desta maneira. Até agora tenho obedecido aos julgamentos da mente e nem me atrevia a ir para lá daquilo que a minha mente "deixava". Ou seja, podia ter ficado toda a minha vida presa a esta mente auto destruidora em que eu me tornei. Mesmo vendo este padrão, sei por experiência própria que não significa que esteja curada, porque a tendência será para voltar a dar ouvidos à conversa da minha mente, à insegurança e ao medo de errar. Por isso este processo é um processo: não se muda da noite para o dia, mas muda-se com muitas noites e muitos dias a recriar a minha auto-confiança, passo a passo, palavra a palavra, a tomar responsabilidade pela minha criação. O potencial de Vida em cada um de nós é como um filho que depende de nós nos primeiros anos de existência.
É chocante e assustador realizar que estes diálogos com auto-julgamentos estão sempre a acontecer mas que só agora os vi claramente. O processo de auto-recriação tem mesmo de envolver uma prática constante de escrita, de abertura comigo própria, de auto-realização, de auto-perdão, de aplicação no dia-a-dia. A auto-confiança começa por aceitar que este é o meu processo e que não tenho de copiar as vidas dos outros. Aliás, todas as comparações são mais uma distração da mente.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido participar na luta de julgamentos que corre pela minha mente, que é uma forma de separação dentro de mim própria.
Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido confiar na mente/julgamentos/medos separados de mim própria.
Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido acreditar que eu sou estes julgamentos/pensamentos da mente.
Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter resistência e vergonha de me perdoar em voz alta, que eu vejo ser uma resistência para me auto-ajudar.
Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ser dura comigo própria e pensar que não me mereço ajudar mesmo tendo as ferramentas para o fazer.

Quando e assim que eu me vejo a ter julgamentos na minha mente sobre aquilo que eu digo ou faço, eu páro e respiro.
Quando e assim que eu me vejo a julgar o perdão próprio como imagino que os outros julgam o perdão próprio, eu páro e respiro. Eu apercebo-me que sou eu quem estou a sabotar o meu processo e a sabotar esta oportunidade de me ajudar. Apercebo-me que ao pensar que os julgamentos são dos outros eu estou de facto a evitar tomar responsabilidade pelos meus próprios pensamentos e finalmente mudar/parar os julgamentos.
Quando e assim que eu me vejo a dialogar na minha mente como se houvesse algo/alguém separado de mim a decidir por mim, eu páro e respiro. Eu sou um e igual com todas as partes do meu corpo e a respiração assiste-me a estabilizar-me.
Quando e assim que eu me julgo (negativa ou positivamente) eu páro e respiro. Eu comprometo-me a parar de existir na polaridade e separação da mente que são manifestadas nos julgamentos. Eu realizo que estou a puxar-me para trás com medo e por isso é da minha responsabilidade dedicar-me a ultrapassar os julgamentos/perceber os medos e decidir por mim quem eu sou e quem eu me torno. Eu realizo que cada julgamento é prova que ainda sou dura comigo própria e que esta atitude é um acto violento contra mim e é uma limitação contra a minha expansão e expressão de/como Vida. Eu comprometo-me a confiar em mim como Vida no meu processo de renascer como Vida.



DIA 155: Eu mudo e os pontos mudam comigo


Ter resistência para olhar para um ponto e escrever sobre isso é um indicaDor de onde está a dor. Porque é que eu não quero visitar este sótão de memórias? De onde vem a dor? A verdade é que enquanto eu não visitar estes pontos e limpar as reações/emoções em mim, irei continuar a transportar este peso comigo.
Ultimamente tenho sido mais proactiva em auto-analisar os pontos que "assaltam" a minha mente. Levo comigo um caderno para onde quer que eu vá e tomo nota de imagens, medos, pensamentos e memórias que aparecem. Faz parte do meu compromisso em ser transparente comigo própria e a não permitir ignorar aquilo que se passa dentro de mim. Quantos mais pontos abro, mais os pontos se desenvolvem e se o ponto está a preocupar a minha mente, sou eu a responsável por me ajudar. Este hábito de escrita começou a ser desenvolvido com o desteniiprocess e agora já faz parte do meu dia-a-dia.

Viver a decisão é do melhor que há - por exemplo, decidir fazer um vlog e ultrapassar os medos de os fazer. A questão não é a ação em si mesma (não demora assim tanto tempo: montar a câmara, respirar fundo e pressionar o botão), mas é todo o reboliço de medos e questões da mente sobre o que vou dizer, sobre os julgamentos que projecto e sobre os medos de me expor. Mas qualquer resistência para falar com o mundo é uma resistência da mente. E porque é que eu quero esconder-me do mundo e dos outros que são um e igual comigo? Este processo de Vida é demasiado importante para ser ignorado; o processo de auto-conhecimento e de auto-suporte faz sentido ser partilhado porque muitos de nós passamos pelo mesmo. Pensar que certas coisas só acontecem comigo é mais uma sabotagem da mente mascarada pela ideia de impotência, inferioridade (ou às vezes a ideia que se é especial) e vitimização.



Tenho recebido mais comentários e mensagens pelo YouTube, o que mostra que os seres humanos estão abertos a partilhar, a ouvir e a apoiarem-se uns aos outros. Um Obrigado por partilharem as vossas questões, medos e comentários. A idade do armário acabou - fazemos todos parte da solução.

http://www.youtube.com/user/JoanaFerreiraAsLife?feature=mhee

Ilustração: The Secret Behind Addictions - http://bit.ly/10a8J5J - By Marlen Vargas Del Razo


DIA 153: O peso que eu deixo para trás e decido não carregar comigo no novo ano





O que é que é real neste mundo, se a mente não o é?
O que é real neste mundo se aquilo que eu vejo é só o reflexo da minha mente?

Aquela conversa que eu achava que ecoava na minha mente era afinal uma casa de espelhos, ou seja, tratou-se sempre de mim e daquilo que eu pensava e temia que acontecesse, num estado de deterioração mental que só se agrava com o passar do tempo.
Enquanto há um mundo físico para descobrir, vejo que ainda estou coberta pela minha própria mente (merda) que me prende, que me isola, que me limita e me cola a este estado mental de problemas.

Apercebo-me que cada evento do meu dia-a-dia é material para eu trabalhar em mim, para eu ver e perceber como me tenho criado, cheia de manias, regras e medos, e mudar a partir daqui porque é realmente cansativo manter esta armadura de proteção e de constante necessidade de me defender do mundo out tHere. E este é o peso e cansaço que eu deixo para trás e decido não carregar comigo no novo ano.  Aquilo que trago comigo são as realizações destes dias de escrita para serem aplicadas a cada momento a partir de agora. Este blog e os vlogs têm sido sem dúvida uma aproximação a mim própria e um processo de auto-descoberta e mudança pessoal.

New Year, ou melhor, new Here a viver o compromisso de me auto-ajudar a cada momento e a ser a solução para mim própria; para isto, apercebo-me que tenho mesmo de sair do meu mindset de culpa e medo, de projeções surrealistas e de parar de complicar a minha existência aqui e a minha própria Vida!


Actualização: joanaferreira-renascendo é agora joanajesus-renascendo.blogspot.com


Para quem tentar aceder o endereço http://joanaferreira-renascendo.blogspot.com irá deparar-se com a mensagem que o blog foi removido, no entanto, o blog apenas mudou de nome! O novo site é http://joanajesus-renascendo.blogspot.com/ que continua activo! Agora é altura de viver as palavras...

Para além desta confirmação de mudança do nome do meu blog, aproveito para incluir o meu mais recente vlog. O do próximo fim-de-semana será sobre a personalidade "Eu não sou boa o suficiente".