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DIA 118: Personalidades por trás do nome


Quando o nosso nome é pronunciado, que reações temos? E quais são os pensamentos que surgem mediante a tonalidade da voz - por exemplo, quando ouvimos alguém a chamar-nos e a ansiedade do " que é que eu fiz desta vez.." ou "não fui eu" escondem aquilo que nós tememos acontecer e sentimos as nossas agendas secretas ameaçadas.

Hoje e amanhã vou investigar esta relação com o meu nome quando sou chamada e ver quais são as personalidade/julgamentos/definições que se manifestam em mim e que eu projecto no estado de reação. Como já tem sido partilhado no meu blog, as reações são resistências a ver a situação em senso comum e honestidade própria e a ir-se para além da mente de aparências. Ao projectarmos a nossa própria mente confusa nos outros, a reação funciona como uma distração porque adiamos mais uma vez a nossa oportunidade de nos conhecermos e consequentemente vermos a urgência e inevitabilidade de mudarmos para a nossa melhor versão. Por isso é essencial trazer os pontos para nós próprios e, com a ajuda do perdão próprio, tirando estas camadas de personalidades, medos, definições, crenças e limitações.

Vou começar por fazer uma lista de associações e julgamentos ao ouvir o nome Joana pronunciado (é importante estar ciente das diferentes reações para com diferentes pessoas, que serve de indicador para vermos outras dimensões de nós próprios manifestados nos outros como um espelho)

"ó Joana"
A primeira coisa que associo é a personalidade de irmã-mais-nova; Associo o meu nome a ser chamado para fazer um recado para os outros;
A ideia de ser obrigada a fazer aquilo que me pedem;
"Lá vou eu outra vez"
"Não sou boa o suficiente"
"Sou uma chata"

Joana!
Como se me pregássem um susto; "O que é que eu fiz desta vez!"; "Onde é que eu errei?";

Tonalidade animada: Joana!
Curiosidade - vontade de largar tudo para ir ver a novidade, normalmente associado a expectativas, desejo e esperança.

Joaninha
Associo a que está tudo bem e não há problema - uma zona de conforto.
Vejo também que há um ponto de manipulação quando se diz o meu nome no diminutivo e eu simplesmente derreto-me e participo neste jogo de favores.

"Joana Ferreira", associo a coisas sérias, por exemplo; entrega de exames; Associo também à personalidade de desejar ter um nome forte no sistema; associo a ser forte como o ferro.

"Joana, can I talk with you for a second?"
Associo a que há algo de errado comigo e com o meu desempenho no trabalho - "vou ser despedida!" Oh Shut" - nervosismo,  inferioridade, arrependimento de algo que não fiz a tempo; auto-julgamento.

Joana Jesus
Ainda "não sou eu" - perdi a minha personalidade "Ferreira", vendi a minha "alma"; desejo de mudança, tenho uma nova oportunidade para recomeçar, pena VS entusiasmo, falta de compromisso, estou presa ao passado;  associo à ideia de Viver as Palavras; parar a imagem/ideia de Jesus e estar um e igual com o nome/comigo.

Para além destas ideias pré-feitas que surgiram à superfície, li também sobre o significado dos nomes e reparei como, com base neste tipo de informação, nos convencemos que somos isto ou aquilo, como se um papel definisse quem somos...


DIA 46: O Síndrome de Jesus Salvador!

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido interagir com uma pessoa com base na ideia que sou a salvadora e que vou ajudar a pessoa a ver pontos nela propria e a ter confiança, em vez de estar estavel e sem expectativas nem julgamentos ao outro e a mim propria.
Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido ver que a ideia de salvar os outros é baseada na ideia que criei de mim própria enquanto superior às outras pessoas. Apercebo-me que esta sensação de salvar os outros é baseada no julgamento que eu tenho dos outros como estes não sendo capazes de se auto-ajudarem e principalmente que "eles" não se estão a esforçar o suficiente. Vejo que este julgamento me mostra os meus próprios auto-julgamentos projectados nos outros. Portanto:
Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido julgar-me e acreditar/definir-me pela ideia que nunca sou suficientemente satisfeita comigo própria nas minhas palavras e ações. Apercebo-me que o ponto de partida de auto-julgamento que eu tenho aceite sabotaja (eu sabotajo) as minhas palavras e ações.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido acreditar no meu auto julgamento e assim estar/tornar-me dependente do julgamrnto/mente dos outros.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido criar-me dependente da satisfação dos outros em vez de garantir que eu existo em perfeição e satisfação por mim e para mim. 

Eu comprometo-me a parar o ciclo da mente/dos julgamentos.

Quando e assim que eu me vejo participar no julgamento que não sou/estou satisfeita comigo própria, eu páro e respiro. Eu realizo agora enquanto eu escrevo que este ponto esta relacionado com a minha relação com o meu pai e na expetativa de ser reconhecida/elogiada pelas coisss que faço e portanto ter-me habituado e pensar que eu/as minhas ações só são perfeitas se os outros estiverem satisfeitos.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido falhar por não me ter mantido estável e confiar em mim própria a cada momento e assim me ter permitido ignorar a vida que sou a cada momento.

Eu comprometo-me a dedicar-me à auto-recriação em unidade e igualdade com a vida, focada no meu processo de auto-perfeição e auto-satisfação.